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Onde o Mar Abraça

Onde o Mar Abraça

Começar um projeto é sempre uma mistura de sentimentos. Alegria, exasperação, motivação e energia. Com tudo isto vêm os medos de falhar, de não conseguir. Acontece que, aqui, neste meu diário online não existem obrigações. Não existem dias de publicações, não há pressões para ter o texto perfeito ou publicar todas as semanas. Existe apenas esta vontade absurda que senti de partilhar o que na íntegra eu sou. Meio louca (claramente louca, não se enganem!), deslocada muitas vezes, que vive no mundo da lua e no reino dos sonhos, que absorve tudo o que é conhecimento e tudo o que é mau. Sou também ansiedade, motivação, ora coração de manteiga ora coração de pedra (a culpa é das pessoas, vão por mim). Mas tudo isto é o que sou e é o que quero partilhar convosco. Sem julgamentos, sem máscaras, sem mentiras ou com medo de ferir a suscetibilidade de alguém.

Começo este projeto como forma de libertação. Libertar-me das amarras que me forçam a parecer quem não sou. Sou assim e pronto. Não existem voltas a dar. É só isto que posso entregar e ser porque não sei ser outra coisa que não a verdade. Nesta verdade, obviamente, inclui muito sarcasmo, piadas (sem piada nenhuma, que sou humana como todos vós), dramas, sorrisos e muitas lágrimas. Afinal, somos feitos de sorrisos, só que também (muito mais) de lágrimas.

Onde o Mar Abraça é tudo o que sempre quis mostrar e nunca consegui. Acredito que somos feitos de (re)começos e nada melhor do que (re)começar aqui.

Sejam bem vindos! Sintam-se em casa e roubem-me todo o gin que virem, senão isto nunca mais vai ter tarelo (e se não souberem o que quer isto dizer, é nada mais nada menos do que não ter futuro, decência, não vai vir coisa boa daqui. brindei-vos com uma expressão micaelense, quem sabe?). Esta é a nossa casa e que comece a vida!

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